Chega uma hora em nossas vidas em que cansamos da velha situação. Não estamos satisfeitos com o salário que nos pagam, com a vidinha sem perspectiva nenhuma de futuro, enfim, com o conjunto de coisas que descrevem nosso dia a dia. Então, começa a distribuir currículos pelo País todo em busca de uma nova vida, nova cidade, novo emprego. E quando conseguimos... ai, ai! Chega a hora de se mudar, o coração se aperta e você se pergunta: ai, meu Deus, será que estou fazendo o certo mesmo? Nenhuma resposta você ouve, claro. Chegando na nova cidade de malas nas mãos, às vezes sem lugar pra ficar, sai desesperado pelas ruas procurando algo pra tomar um banho, dormir e passar uns dias...
O relato acima é baseado na história em que vivo nos últimos 15 dias. Larguei a minha vida pra trás em busca de trabalhar naquilo para o qual estudei. Vim de mala e cuia, sem lugar pra ficar, com o salário ruim. Mas, arrisquei. Queria sentir como era. Chegando na rodoviária, depois de pagar um absurdo a um taxista, não tinha um lugar pra guardar as malas pra poder procurar um hotel decente. Então, saí arrastando tudo pela rua. Em menos de 20 metros, minha mala quebrou as rodas e arrebentou todas as alças. Oh, Deus! Enfim, achei um hotel por ali perto mesmo.
Os dias seguintes foram de tristeza e muita saudade da velha vida, dos rostos conhecidos, das ruas da minha cidade, do cheiro das flores, dos pássaros. Comecei a trabalhar, uh!
A saudade ainda é muito grande. É como se eu tivesse perdido alguém muito importante. Mas, a cada dia dói menos.
Se você pretente passar pelo mesmo, arrisque. vale a pena tentar correr atrás daquilo que queremos.
O relato acima é baseado na história em que vivo nos últimos 15 dias. Larguei a minha vida pra trás em busca de trabalhar naquilo para o qual estudei. Vim de mala e cuia, sem lugar pra ficar, com o salário ruim. Mas, arrisquei. Queria sentir como era. Chegando na rodoviária, depois de pagar um absurdo a um taxista, não tinha um lugar pra guardar as malas pra poder procurar um hotel decente. Então, saí arrastando tudo pela rua. Em menos de 20 metros, minha mala quebrou as rodas e arrebentou todas as alças. Oh, Deus! Enfim, achei um hotel por ali perto mesmo.
Os dias seguintes foram de tristeza e muita saudade da velha vida, dos rostos conhecidos, das ruas da minha cidade, do cheiro das flores, dos pássaros. Comecei a trabalhar, uh!
A saudade ainda é muito grande. É como se eu tivesse perdido alguém muito importante. Mas, a cada dia dói menos.
Se você pretente passar pelo mesmo, arrisque. vale a pena tentar correr atrás daquilo que queremos.
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