Estamos presenciando, nos últimos anos um grande aumento da violência na internet. Ficou mais acirrada com o período eleitoral. As pessoas se sentem seguras por trás de seus teclados e acham que ficarão impunes pelas agressões e maldades digitadas alí. Mas, hoje em dia não é mais assim, não pense que você pode falar o que bem entender e sair livre por aí. Hoje, com a morte do neto do ex Presidente Lula, um pequeno menino de apenas 7 anos, morto em decorrência de uma meningite meningocócica, os comentários espalhados pelas redes sociais é de causar espanto em qualquer um. É tanto ódio e falta do mínimo de humanidade, que me deixa assustado. É óbvio que o cara jogou toda a carreira e vida pessoal no lixo se corrompendo por pouco. Ele seria um deus neste País. Mas, a saída para ver um familiar morto é garantido pela Constituição.
O mesmo vale pro outro lado. É uma fanatismo louco pelo Bolsonaro... Acham que um cara que passou 28 anos no congresso e não teve nenhuma expressão, faria alguma coisa pelo povo? Não. Eles são todos iguais. É muita inocência acreditar que farão algo de bom por nós, o povão.
Imagem de Anemone123 por Pixabay Na tranquila paisagem rural de Patrocínio , uma pequena cidade no interior de Minas Gerais, a família Nunes enfrentou desafios que moldaram seu destino de maneira notável. Guilherme, Aguinaldo e Ronaldo , ambos nascidos e criados em uma fazenda, eram filhos de agricultores humildes. A vida no campo não era fácil, e eles tiveram que enfrentar dificuldades desde cedo. Além das tarefas árduas no campo, a família sofria com os maus tratos de parentes próximos. Os irmãos cresceram lado a lado, encontrando conforto e força um no outro. A tragédia atingiu a família quando os irmãos eram ainda muito jovens. Seu pai, um homem trabalhador e amoroso, faleceu inesperadamente. A perda deixou uma profunda marca neles, mas também acendeu uma chama de determinação. Guilherme, o irmão mais velho, sempre foi apaixonado por cuidar dos outros, então decidiu seguir...
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